CRIATIVIDADE (IN)CONSCIENTE

Publicado originalmente no ETASTE
Surge de forma consciente ou inconsciente. A parte consciente, a que controlamos, é gerida pelo lado mais racional, normalmente fechada sobre si. É o resultado do natural processo cognitivo. Esta pode ser afetada por fatores externos e até próprio estado de espírito. A parte inconsciente, a que não dominamos e nem sequer conhecemos verdadeiramente, é a responsável pelo nosso lado mais infantil e primitivo de toda a associação de ideias. Juntas são nada mais nada menos que sistemas organizados, quase automáticos na forma e no lugar. Servem-nos para agilizar o processo que se quer tão lento quanto possível.
Lentidão é a palavra-chave. A rapidez perturba quase sempre a tomada de decisões. Por isso não é bem-vinda, apenas na execução. A lentidão é por isso benéfica, pois resulta frequentemente, em vários processos difusos que se acumulam na desordem. A confusão ou mudança de perspetiva é obrigatória. A partir destas haverá, naturalmente, um início, e com is…

Texturas de cenoura

Para a creme de cenoura:
500 g de cenouras
500 g de nata fresca líquida
400 g de leite
400 g de água
1 cebola (pequena)
10 g de manteiga
sal e pimenta
Para as telhas de cenoura:
100 g de sumo de cozedura das cenouras
40 g de óleo virgem extra
Zestes de laranja
2 chalotas
25 g de maizena
sal

Para a gelatina de Laranja:
2 laranjas em sumo
10 cl de azeite virgem extra
2 folhas de gelatina
1 flor de laranjeira

Para o ar de cenoura:
3 cenouras
2 laranjas em sumo
3 g de lecitina de soja
Preparar o creme de cenoura:
Descascar e cortar as cenouras em rodelas regulares. Descascar e cortar a cebola grosseiramente.
Derreter a manteiga num sautê e fazer suar as cebolas seguidamente acrescentar as cenouras à fogo suave.
Quando as cebolas e as cenouras começam a libertar os seus aromas, acrescentar a água e o leite. Põem a fogo forte. Assim que ferver, reduzir o fogo e deixar cozer cerca de 25 min tomando atenção para que não ferva demasiado.
Uma vez as cenouras cozidas, reservam o sumo de cozedura para as telhas.
Passar a mix ás cenouras e as cebolas acrescentando cerca de 3 c. à sopa de sumos de cozedura e a nata fresca líquida.
Temperar com sal e pimenta seguidamente reservar.

Preparar as telhas de cenoura:
Cortar muito finamente zestes de laranja.
Verter o maïzena em copo misturador, o sumo de cozedura das cenouras, o azeite e uma pitada de sal. Acrescentar zestes.
Num sautê antiaderete verter 1 c. à sopa, de maneira a formar diferentes telhas de cerca de 10 cm de longo.
Logo que começarem a tomar cor, voltam e deixam cozer a outra face (como para crêpes).
Retirar delicadamente com o auxilio de uma espatula e reservam numa lugar seco.

Preparar a gelatina de laranja:
Põem a gelatina a mergulhar num líquido na água fria. Descascam as laranjas, cortam as extremidades e retiram na pele branca e as membranas. espremer as laranjas. Reservam zestes.
Aquecer um terço do sumo de laranja. Aos primeiros estremecimentos, secar a gelatina e acrescentam -la ao sumo de laranja.
Põem a preparação num copo misturador, acrescentar lá a flor de laranja, o azeite e uma pitada de sal.
verter em fomas acrescentando por fim zestes de laranja. Reservar uma noite ao refrigerador.

Preparar “o ar” de cenoura:
Descascar as cenouras e cortam-nas grosseiramente.
Descascar as laranjas e retiram a parte branca. Misturam o todo em inox.
Acrescentar a lecitina (ou o leite de soja) e colocar a mix de modo que forma uma espuma na superfície.
Deixar descansar um minuto.