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Rosa chocolate

  
Gelado de rosas:
300 Leite
50 Creme fraiche
6 gemas
100 açucar
15 gr Àgua de Rosas
Preparação:
Ferver o leite com o creme fraiche.
Adicionar a agua de rosas ao preparado acima.
Bater as gemas com o açucar.
Envolver os dois aparelhos.
Congelar/Bater.
Crumble:
100 gr de Farinha
100 gr de Manteiga
Gengibre seco em pó qb
90 gr de açucar
Preparação:
Amassar todos os ingredientes, fazer uma bola deixar no frio 24h.
Raspar para um tabuleiro, e colocar a 180graus,cerca de 12 min, mexendo sempre afim de cozer/secar uniformemente.
 
Cubos de morango:
Flor de hibisco qb
50 gr Calda de açucar tpt
80 gr Morango
Preparação:
Cortar em cubos, embalar em vacuo, reservar no frigorifico 24h.
Molho de morango:
100 gr de morango
15 gr calda de açucar tpt
Raspa de lima qb
Preparação:
Triturar os morangos com a calda de açucar.
Juntar a raspa de lima, reservar  uma hora no frio.
Passar a chinês.
Chocolate e porto:
7 unid Gemas
100 gr Calda de açucar
200 gr Nata
100 gr Chocolate 50% a 38ºC
 
15 gr Porto
Folha de chocolate:
100 gr Chocolate 70%
Folha de limoeiro
clique para ampliar
 

clique para ampliar
Folhas de cidreira por fim.

Salinas Várzea da marinha


È com enorme prazer que colaboro com algumas empresas afim de dar a conhecer ao publico em geral os seus produtos.

Esta mensagem visa única e exclusivamente a apresentação dos produtos da empresa "Marinhas do sal"
Morada: Marinhas do sal
2040-133 Rio Maior
Portugal
Contacto: (+351) 243995180 ou 915517069
E-Mail : flordesal.marinhas@gmail.com
Facebook: VER AQUI

Produtos produzidos em Portugal, de excelente qualidade.

No distrito de Leiria,sita as Salinas Várzea da Marinha onde se produz dos melhores sais em Portugal.
Produção artesanal em ambiente natural, a água provem de uma nascente de água salgada denominada "Fonte Salina".

7x mais salgada que a do mar cerca de 220 gramas/litro de água.

Com isto se consegue mais brancura, maior brilho e menos teor de humidade,por conseguinte mais pureza.

Porque os pequenos promenores fazem toda a diferença...

Em cada embalagem vem descrita uma pequena curiosidade que transcrevo abaixo.

"As marinhas dos sal e os Templários..."
"D.Afonso Henriques e seus cavaleiros na demanda da reconquista do território aos Mouros, veio apossar-se da região em consequencia do movimento militar que culmina com a tomada definitiva do castelo de Santarém.A apoiar o nosso primeiro Rei encontramos entre outros, a Ordem do Templo e os Hospitaliarios.Será após a conquista de Santarém que as nossas Salinas terao mudado de propriearios passando das mãos dos mulçumanos para mãos cristãs.Existem documentos datados de 1177,que tratam a venda de parte das salinas de Rio Maior e a quinta parte que Pero d´Aragão possui do poço aos templarios.A parte vendida aos templários confrontava com a albergaria do Rei, com outro particular D.Pardo e com outra ordem de Monges Guerreiros a Ordem do Hospital. A importância que o sal tem na vida económica ,ao longo dos tempos,leva a que seja um bem precioso e procurado.Não é por acaso que os Monges Militares como os Templários e Hospitalarios se preocupavam em produzir sal e outros bens."


Sal fino de mesa
Fotografia:Tiago Lopes; Copyright:Protect by the license Canon eos 500d

Flor de sal com especiarias
Fotografia:Tiago Lopes; Copyright:Protect by the license Canon eos 500d

Fresco,Intenso,picante.

Embalagem Flor de sal premium aspecto exterior
Fotografia:Tiago Lopes; Copyright:Protect by the license Canon eos 500d

Flor de sal premium
Fotografia:Tiago Lopes; Copyright:Protect by the license Canon eos 500d

Na última fotografia é impossível não reparar como a flor de sal ainda se conserva em lâminas, quer isso dizer que para além da pureza imaculada, sofreu muito pouco manuseamento após a recolha.


Nos próximos trabalhos a serem publicados neste espaço concerteza a flor de sal das salinas Varzea da Marinha farão parte da listagem de ingredientes a utilizar.

Salinas Varzea da Marinha este presente também no evento nacional "Gastronomias Mediterrânicas"


Bons cozinhados

Javali

Lombo de javali.
Vinho tinto
Alecrim
Alho
Sal
Pimenta
Azeite guia
Manteiga clarificada

Temperar e não marinar o javali com os elementos acima descritos.
Corar a carne com a manteiga clarificada.
Colocar no forno.
O ponto da carne não ultrapassa os 55•C.
Deixar repousar a carne durante 10 min pelo menos antes de servir.

Terrina de foie.

Foie
Noz moscada
Sal 
Pimenta
Vinho do porto
Croft

Colocar numa terrina,isolar muito bem, cozer ao vapor a 82•C,colocar o termómetro no centro da terrina,retirar do forno quando no centro estiver a temperatura ideal.

Couve romanesco e cenoura baby (de cultura própria em castelo de paiva) 

Água mineral
Sal
Azeite guia

Lavar muito bem os legumes,escaldar,saltear em azeite guia.

Jus de javali

Aparas de javali
Cenoura
Aipo
Alho francês
Tomate
Cebola
Caldo de aves

Assar os elementos todos e colocar no caldo de aves, colocar a fogo mínimo, sem ferver pelo menos 12 horas.
Depois de todos os processos executados,reduzir, ligar com manteiga fria!

Cebolinhas (produção própria em castelo de paiva)

Cebolinhas
Moscatel roxo
Tomilho


Colocar o moscatel a reduzir ou pelo menos perder grande parte do álcool retirar do fogo e deixar a cozinhar durante 1hora.





Expectativa




Esperança baseada em supostos direitos, probabilidades, pressupostos ou promessas.
Pensamento irreflectido do ser humano, todos nós criamos sobre algo ou alguém.

Existe a expectativa positiva e negativa, Bernard Loiseau é um dos casos extremos no que diz respeito á expectativa negativa, pôs fim á sua vida no ano de 2003; quando circulavam uns rumores de que viria a perder a distinção máxima no guia michelin.
Neste imenso Portugal, a hotelaria e a restauração vivem provavelmente os melhores anos no que a receita diz respeito.

Tudo se resume á expectativa, que os estrangeiros/portugueses criam em torno das nossa gastronomia,do nosso turismo e da nossa cultura no seu mais amplo sentido.Expectativa alta ou baixa,interna ou externa, é sempre uma ideia legítima.
Expectativa alta faz-se acompanhar de pressão,pressão em fazer mais e...ou pelo menos deveria. Internamente temos cada vez mais e melhores instrumentos a servir a hotelaria e a restauracão no seu todo.
Temos uma imprensa mais focada num jornalismo de qualidade, temos projectos, eventos...contrariando o jornalismo sensacionalista.

Seria irrealista pensar que o sucesso/insucesso dos eventos; a qualidade ou a falta desta na imprensa seria possível sem os agentes práticos, entre outros, cozinheiros ou se quiserem um português mais refinado “chefs”, sim sem “e” de preferência; esta palavra fatidicamente utilizada para apelidar qualquer indivíduo que saiba ligar um fogão e colocar água a aquecer. Assediados pelos meios de comunicação, pelo seu trabalho, em alguns casos consequente mérito, constroem a “esfera”. Em outros casos gostam de dizer “talento”, essa falácia lúdica incutida ao ser humano desde a infância; em suma estes agentes de forma inconsciente criam uma expectativa!

Trabalhar de uma forma produtiva e com qualidade é necessario, mas igualmente importante saber vender esse mesmo trabalho. Contraproducente será fazer o inverso,pois criar-se-á uma expectativa que se revelará falsa, por conseguinte trará as repercussões previsíveis.
Existe sempre pelo menos uma ou outra organização a tentar retirar os seus dividendos, explorando os agentes mais frágeis que procuram uma promoção instantânea baseada em fundamentos improcedentes. Este tipo de negócios proliferam,assim o mercado o permite, sendo considerado moda ou não, irá sempre existir alguém em busca do “american dream” no mercado nacional; senão vejamos as marcas de vestuário profissional, de acessórios e claro como não poderia faltar as ditas “branding”.
Haja competitividade, mas nunca irresponsabilidade na hora de fazer  a gestão  mais adequada, sendo que no prazo certo será necessário reavaliar para não  permitir que ocorra o mesmo que aconteceu com Ìcaro (Mitologia grega).
 Como todos os negócios, justamente este é o seu modus operandi cabe apenas e só ao agente prático a ociosidade de destrinçar a diferença entre o sensacional e o empírico.

Fechando o capítulo da expectativa individual, seria oportuno falar também na expectativa colectiva, aliada antiga da reputação, criada em torno de um estabelecimento. Conquista-se pelo trabalho,dedicação e consistência.
Citando Ferran Adrià: “...se uma pessoa faz milhares de quilómetros para vir ao meu restaurante; as expectativas só podem ser altíssimas, se não as cumprirmos....”
A ideia global criada em torno deste restaurante foi de tal maneira impactante que ao mínimo erro seria um desastre. No entanto, pararam e avançaram para outro nivel, porquê?

Através de uma introspeccão, concluiram que não poderiam continuar a criar ao mesmo ritmo durante muito mais tempo,ainda mais importante que isso, não conseguiriam cumprir da mesma maneira a expectativa criada.

O que se passa dentro de portas é importante, mas jamais nos próximos anos podemos continuar num estado Ignoramus et ignorabimus ao que se passa fora.
Criar um gigante com pés de barro é muito perigoso especialmente nos tempos que correm,  mais do que  informamo-nos devemos estudar e acima de tudo, continuarmos seguindo o caminho que achamos mais correcto; sempre com paixão!


Resumindo, o mais importante é cumprir a expectativa seja ela de âmbito particular ou colectivo, não existe sentimento mais desagrádavel que expectativas defraudadas... Xeque-mate!